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sexta-feira, maio 21, 2010

A primeira bactéria sintética

Os investigadores do Instituto de J. Craig Venter anunciaram o seu êxito na construção da primeira célula bacteriana sintética, capaz de se autoreplicar.

Atribuíram o nome de Mycoplasma mycoides JCVI-syn1.0 à célula sintética e assim, demonstraram que os genomas podem ser desenhados através da computação, produzidos químicamente em laboratório e transportados para uma célula receptora produzindo uma nova célula capaz de se autoreplicar, controlada apenas pelo genoma sintético.

Com esta nova descoberta estamos em frente de uma nova realidade, uma mudança radical pode estar para acontecer. Tal como fazemos aos animais de estimação, poderemos agora 'treinar' seres sintéticos para que realizam funções novas e muito úteis?

Toda esta investigação tem um objectivo futuro muito importante que será o desenvolvimento de organismos capazes de produzir bioenergia, productos medicinais (vacinas, fármacos, biosensores), água limpa, productos alimentares.

Outra possíbilidade será o desenvolvimento de organismos capazes de degradar o nosso lixo orgânico, sucata, restos, derrames de petróleo, entre outros.

Uma coisa é certa, a porta está finalmente aberta! Vamos ao trabalho!

sábado, março 14, 2009

Flash battery!

Dois cientistas norte-americanos desenvolveram um modelo de bateria capaz de acelerar rapidamente uma viatura ou de recarregar um telemóvel em apenas dez segundos, segundo um estudo publicado na revista Nature. 

LiFePO4 foi descoberto pelo grupo de investigação de John Goodenough da Universidade do Texas, em 1996, como um material de lítio catódio recarregável. Devido ao seu baixo custo, não-toxico, elevada abundância de ferro, excelente estabilidade térmica, características de segurança, boa performance eletroquímica, e capacidade de alta específicidade (170 mA h / g), ganha alguma aceitação no mercado.

O modelo de bateria de lithium-fer-fosfato (LiFePO4), uma vez produzido industrialmente, será mais pequena e mais leve que os modelos actuais e poderão ser recarregadas mais rapidamente.

Com a descoberta de Byoungwoo Kang e Gerbrand Ceder, uma bateria de um carro poderá ser recarregada em cinco minutos, contra as seis a oito horas que demoram actualmente a carregar, e a de um telemóvel em dez segundos.

Ver também: CiênciaHoje