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sexta-feira, maio 21, 2010

A primeira bactéria sintética

Os investigadores do Instituto de J. Craig Venter anunciaram o seu êxito na construção da primeira célula bacteriana sintética, capaz de se autoreplicar.

Atribuíram o nome de Mycoplasma mycoides JCVI-syn1.0 à célula sintética e assim, demonstraram que os genomas podem ser desenhados através da computação, produzidos químicamente em laboratório e transportados para uma célula receptora produzindo uma nova célula capaz de se autoreplicar, controlada apenas pelo genoma sintético.

Com esta nova descoberta estamos em frente de uma nova realidade, uma mudança radical pode estar para acontecer. Tal como fazemos aos animais de estimação, poderemos agora 'treinar' seres sintéticos para que realizam funções novas e muito úteis?

Toda esta investigação tem um objectivo futuro muito importante que será o desenvolvimento de organismos capazes de produzir bioenergia, productos medicinais (vacinas, fármacos, biosensores), água limpa, productos alimentares.

Outra possíbilidade será o desenvolvimento de organismos capazes de degradar o nosso lixo orgânico, sucata, restos, derrames de petróleo, entre outros.

Uma coisa é certa, a porta está finalmente aberta! Vamos ao trabalho!

sábado, janeiro 23, 2010

Células produzem um 'show' de luzes

Uma equipa de investigadores, liderada pelo Dr. Jeff Hasty, da Universidade da California San Diego dos EUA, produziram um espectáculo de luzes modificando bactérias para que emitam fluorescência sincronizadamente.

Este trabalho pode ser muito útil na investigação de biosensores e, mais importante, na programação da libertação de um medicamento a partir da célula.


Há cerca de um ano, a mesma equipa já havia sido sucedida quando conseguiu que células individuais emitissem fluorescência. Mas o avanço significativo foi no facto de conseguirem que as células comuniquem entre elas e sincronizem a sua actividade em colónia.

Para tal trabalho, eles introduziram dois genes na bactéria: um gene que produz um feedback negativo na emissão de fluorescência e um gene que expressa um componente que passa de célula para célula e comunica a taxa de emissão de fluorescência.


O passo fundamental de toda esta investigação será quando for possível utilizar células de mamíferos para fazer isto, diz o Professor Martin Fussenegger.


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