Deus está aqui
Tão certo como o ar que respiro,
Tão certo como a manhã que se levanta,
Tão certo como este canto que podes ouvir.
Tu O podes sentir
Movendo-se por entre os ramos.
Tu O podes ouvir
Cantando connosco aqui.
Tu O podes levar
Quando por essa porta saias.
Tu O podes guardar
Para sempre no teu coração.
Tu O podes sentir
A teu lado neste mesmo instante.
Não sejas também
Daqueles que não querem ver.
Tu Lhe podes contar
Esse problema que tens.
Jesus está aqui
Se queres
Pode-Lo seguir.
sexta-feira, maio 11, 2007
Deus está aqui!
quinta-feira, maio 10, 2007
Blitzkrieg
No dia 10 de Maio de 1940, já em plena Segunda Guerra Mundial (1939-1945) começa a Blitzkrieg contra os Países Baixos, a Bélgica e o Luxemburgo com uma ofensiva generalizada do exército alemão na frente ocidental.
O Blitzkrieg (termo alemão para guerra-relâmpago) foi uma doutrina militar a nível operacional que consistia em utilizar forças móveis em ataques rápidos e de surpresa, com o intuito de evitar que as forças inimigas tivessem tempo de organizar a defesa. Seus três elementos essenciais eram a o efeito surpresa, a rapidez da manobrae a brutalidade do ataque, e seus objetivos principais a desmoralização do inimigo e a desorganização de suas forças (paralisando seus centros de controle). O arquitecto desta estratégia militar foi o general Erich von Manstein.
És uma anedota!
O presidente George W. Bush foi visitar uma escola primária e entrou em uma das salas de aula. Os alunos estavam no meio de uma discussão sobre palavras e seus significados.
A professora perguntou se o presidente queria participar da discussão sobre a palavra "tragédia".
Assim, Bush pediu à turma que desse um exemplo de uma "tragédia". Um menino pequeno se levanta e diz:
- Se meu melhor amigo e vizinho estiver brincando na rua e for atropelado por um carro, isto seria uma tragédia?
- Não, disse Bush, - isso seria um ACIDENTE.
Uma menininha levanta a mão:
- Se o ônibus escolar com 50 crianças rolar uma ribanceira, matando todo mundo, isso seria uma tragédia?
- Penso que não, explicou o Presidente, - isso seria o que chamamos de uma grande perda.
A sala ficou em silêncio. Nenhuma outra criança se apresentou com um novo exemplo.
O Presidente Bush ainda perguntou:
- Alguém mais gostaria de dar um exemplo?
Finalmente ouviu-se uma voz vinda do final da sala de aula.
Um garotinho levanta a mão e diz baixinho:
- Se o avião presidencial, levando o senhor e a senhora Bush, for atingido por um míssil e explodir em pedacinhos por uma ação terrorista, isso seria uma tragédia.
- Fantástico, exclama Bush, - você está certo. E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
- Bom, diz o garotinho, porque não seria um acidente e certamente não seria uma grande perda!
quarta-feira, maio 09, 2007
O filho do seu pai
Havia um homem muito rico, que possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados à seu serviço.
Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que ao contrário do pai não gostava do trabalho, nem de compromissos. O que ele mais gostava era fazer festas e estar com seus amigos e de ser agradado por eles.
Seu pai sempre o advertia, que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam.
Os insistentes conselhos do pai, lhe retiniam aos seus ouvidos e logo se ausentavam, sem dar o mínimo de atenção.
Um dia, o velho pai, já avançado na idade disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e, dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca e junto à ela uma placa com os dizeres: "PARA QUE NUNCA MAIS DESPREZES AS PALAVRAS DO TEU PAI".
Mais tarde, chamou o filho e o levou até o celeiro e disse:
- Meu filho, eu já estou velho e, quando eu partir, tomarás conta de tudo o que é meu, e sei qual será o seu futuro... vais deixar a fazenda nas mãos dos empregados, gastarás todo o dinheiro com os teus amigos, venderás os animais e os bens para se sustentar. E quando não tiveres mais dinheiro, os teus amigos afastar-se-ão de ti. E quando não tiveres mais nada, irás arrepender-te amargamente de não ter me dado ouvidos. E por isso, eu construí essa forca. Sim, ela é para ti e quero que me prometas que se acontecer o que eu disse, tu te enforcarás nela!
O jovem riu, achou um absurdo mas, para não contrariar seu pai, prometeu e pensou que jamais isso pudesse acontecer.
O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo mas, assim como se havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu osamigos e a própria dignidade.
Desesperado e aflito, começou a refletir sobre sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do seu pai e começou a chorar e dizer:
- Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos... mas agora é tarde, tarde demais...
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.
A passos lentos, se dirigiu até lá e viu a forca e a placa empoeirada e disse:
- Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo enquanto estava vivo, mas pelo menos vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, já que não me resta mais nada...
Então ele subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço e disse:
- Ah... se eu tivesse uma nova chance...
Então pulou; sentiu por um instante a corda apertar sua garganta. Mas, o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente.
O rapaz caiu no chão e sobre ele, caíram jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes, rubis e muito ouro. A forca estava cheia de pedras preciosas e um bilhete que dizia:
"ESSA É A SUA NOVA CHANCE.
ASS: O SEU PAI"
O dia da Europa!
Em 9 de Maio de 1950, Robert Schuman apresentou uma proposta de criação de uma Europa organizada, requisito indispensável para a manutenção de relações pacíficas.
Esta proposta, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia.
Actualmente o dia 9 de Maio tornou-se um símbolo europeu (Dia da Europa) que, juntamente com a bandeira, o hino, a divisa e a moeda única (o euro), identifica a identidade política da União Europeia. O Dia da Europa constitui uma oportunidade para desenvolver actividades e festejos que aproximam a Europa dos seus cidadãos e os povos da União entre si.